COMO A PRÓPRIA EDUARDA DIZIA "MÃE TU ÉS A MINHA ESTRELA CINTILANTE"
AGORA PASSOU A SER A EDUARDINHA, A ESTRELA CINTILANTE QUE BRILHA BEM DO ALTO DOS CÉUS

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Agradecer o coração bom e o interesse por este blogue

Recentemente fui surpreendido por uma pessoa que não conhecia. Numa recente deslocação a uma unidade hospitalar de Leiria, uma enfermeira identificou este blogue que homenageia a Eduarda de Sempre e assumiu que era seguidora das suas actualizações. Por vezes, volvidos alguns anos desde a sua construção e publicação on-line, temos momentos que julgamos nem fazer sentido publicar, ou pura e simplesmente nem sentimos o estímulo para o fazer. Mas, são estas pessoas que de forma anónima, conseguem dar continuidade e alma a este pequeno alojamento web, que evoca uma menina que prematuramente partiu para o outro lado da existência. Quero agradecer a essa enfermeira, assim como a todos os milhares de pessoas (sim, são milhares de visitantes) que de quando em vez vão dar uma espreitadela pelo espaço Eduarda. Este cantinho, entre milhões existentes na web, apenas pretende partilhar um conjunto vasto de sentimentos, também de expressar o valor e o muito que a Eduarda nos transmitiu na sua curtinha vida neste mundo. Vem aí o mês de Setembro, o período do regresso às aulas de muitas crianças. Ontem, num casamento de uma pessoa de família, vi a Mariana, uma prima da Eduarda, da mesma geração. Tem 12 anos, uma menina quase mulher, justamente como seria a Eduardinha. Fico orgulhoso de ver a Mariana crescer e ser feliz mas... adoraria vivenciar essa mesma experiência com a Eduardinha, uma menina que tanto adorava viver. O mundo é complexo e continua a sê-lo. Por vezes, não conseguimos encontrar lógica a esta vida que nos retira tanto. Espero que um dia venha a perceber toda esta complexidade desta vida atribulada, de entender porque uns vão daqui com 1 ano, outros com 5 anos, outros com 50 anos e outros ainda com 100 anos. Aparentemente isto não faz sentido. Mas, de forma humilde, continuarei à espera das respostas que certamente não chegarão nesta vida terrena. Por mais que as procure não acho, não acharei...

2 comentários:

Fernanda Mendes Barata disse...

Por vezes, quanto mais procuramos, menos encontramos.

Um dia destes, na presença com um momento muito dificil da minha vida, alguém sugeriu que eu não perguntasse "porquê" mas sim "para quê".

Fez-me muito sentido.

Igualmente fez-me pensar que durante muitos anos tenho formulado de forma errada a pergunta que me assola o espírito...

Como qualquer mãe (ou pai) que vê partir um filho, a vida nunca mais nos deixa descansar. Talvez seja "para isso", para que não descansemos mais, para ficarmos para sempre atentos à dor alheia e à forma de a podermos apaziguar.

Será?...

Abraço.

Morgan Nascimento disse...

Olá, parabéns pelo blog!
Se você puder visite este blog:
http://morgannascimento.blogspot.com.br/
Obrigado pela atenção