
O segundo que escrevi o início deste texto já é passado. A memória não se apaga, muito menos perde os registos principais da nossa existência. Eduarda, expandes cada vez mais o teu Amor sobre mim. Pretendo sentir esse cheiro de alfazema, como néctar puro, da natureza genuína que és Tu. Estás direccionada para mim e eu para sempre me entregarei a toda a Tua existência. Vens ter comigo e eu aproximo-me desse mundo que continua incessantemente a dizer baixinho: AMO-TE.
É esse majestoso sentimento que me faz perder nos sonhos, levando-me a viajar ao infinito do mundo, sabendo que é contigo que sempre estarei. Todos os dias estás lá, todos os dias estaremos lá. Mesmo com a saudade, resides nos nossos dias como se cá estivesses, com todos os teus sorrisos, imensamente nossos...