Encontrei um site que mereceu a minha atenção e carinho... Chama-se "Recordar-te - Para Sempre a Nossa Memória... De imediato entrei em contacto com o seu promotor e inseri um espaço dedicado à Eduarda de Sempre.
Esta é apenas mais uma das maneiras que encontrei para homenagear a minha menina de Sempre pela sua impressionante e maravilhosa forma como ainda me consegue orientar, dar sentido e esperança.
Peço que visitem este site em:
http://www.recordar-te.com/ver-memoriais/PaÃs-de-Nascimento/Portugal.html
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
A vida faz sentido
Percorro o tempo que me resta com uma simples esperança: mais tarde ou mais cedo, também eu me irei cruzar com a minha alma peregrina, aquela menina que voou para os Céus, para junto de Deus.
Não sei se serei merecedor tal como as meninas e os meninos que já se encontram nessa dimensão. Nas minhas atitudes, no meu dia-a-dia, com as minhas absolutas imperfeições, mesmo assim tento rumar para o "país" das virtudes, onde só o Amor e a Paz têm lugar.
Tu Eduarda, mais cedo ou mais tarde, havemos de estar juntos de novo. Aqui, neste blogue, deixo uma mensagem, um legado infinito: neste mundo amei, no outro amarei SEMPRE.
Vivo com esperança. Vivo com certezas. E nessas esperanças e certezas, sei muito bem que nascemos e havemos de morrer. Toda a semente lançada, brota e é colhida para o celeiro.
Não sei se serei merecedor tal como as meninas e os meninos que já se encontram nessa dimensão. Nas minhas atitudes, no meu dia-a-dia, com as minhas absolutas imperfeições, mesmo assim tento rumar para o "país" das virtudes, onde só o Amor e a Paz têm lugar.
Tu Eduarda, mais cedo ou mais tarde, havemos de estar juntos de novo. Aqui, neste blogue, deixo uma mensagem, um legado infinito: neste mundo amei, no outro amarei SEMPRE.
Vivo com esperança. Vivo com certezas. E nessas esperanças e certezas, sei muito bem que nascemos e havemos de morrer. Toda a semente lançada, brota e é colhida para o celeiro.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Recordamos hoje o dia do teu baptizado...
Há oito anos, exactamente neste 12 de Agosto, foste baptizada na Igreja Paroquial de Colmeias. Na altura, fizemos questão que viesse celebrar o Amigo Padre José Augusto. O simbolismo desta cerimónia foi de alegria enorme por saber que te juntavas ao sentido de Deus, embora fosses sempre membro integrante do seu acolhimento.
A água do teu baptismo era fria? Choraste um pouco mas depressa passou essa reacção normal, muito compreensível…
Eduarda, lembramos-te sempre. Todos os que aqui ficaram sentimo-nos tão perto de tudo o que nos legastes. O teu ensinamento de criança sábia mas tão simples, continuam a tocar-nos de forma cristalina.
Tu, os passarinhos, as florzinhas como uma margarida dos campos floridos e toda a tua forma de ser pura, continua a fazer ecoar uma simples mensagem: esperança.
Obrigado por existires SEMPRE.
A água do teu baptismo era fria? Choraste um pouco mas depressa passou essa reacção normal, muito compreensível…
Eduarda, lembramos-te sempre. Todos os que aqui ficaram sentimo-nos tão perto de tudo o que nos legastes. O teu ensinamento de criança sábia mas tão simples, continuam a tocar-nos de forma cristalina.
Tu, os passarinhos, as florzinhas como uma margarida dos campos floridos e toda a tua forma de ser pura, continua a fazer ecoar uma simples mensagem: esperança.
Obrigado por existires SEMPRE.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Amo-te, Amo-te, Amoooo-te
Olhamos as figuras do bem
Com o amor de laços e sentir
Os anjos sorriem também
Com uma luz a reluzir…
Partimos e deixamos memórias
E os corpos despidos de tudo
A alma cansada da história
Faz-nos olhar para o Céu, sobretudo…
Refrão
O Amor é o olhar
É sentir mais que fundo
É tão bom saber que a amar
Quase voamos sobre este mundo
Recrio canções e paixões
Revivo gigantes e anões
Barbies e contos de fadas
As Princesas, Eduarda e as emoções
Amo-te, Amo-te, Amoooo-te
Menina deste Universo
Amo-te, Amo-te, Amoooo-te
Voltar a ver-te de novo é simplesmente o que peço
Foste sonho e paisagem
De uma história de amor que ficou
A tua vida não foi uma passagem
Tudo em ti perdurou…
Uma mensagem de esperança deixaste
Simples cenário de campo florido
Sempre simples, encontraste
Um recado no meu ouvido…
Refrão
O Amor é o olhar
É sentir mais que fundo
É tão bom saber que a amar
Quase voamos sobre este mundo
Recrio canções e paixões
Revivo gigantes e anões
Barbies e contos de fadas
As Princesas e emoções
Amo-te, Amo-te, Amoooo-te
Menina deste Universo
Amo-te, Amo-te, Amoooo-te
Voltar a ver-te de novo é simplesmente o que peço
Amo-te, Amo-te, Amooo-te…
Letra: Joaquim Santos, pai da Eduarda de Sempre
Com o amor de laços e sentir
Os anjos sorriem também
Com uma luz a reluzir…
Partimos e deixamos memórias
E os corpos despidos de tudo
A alma cansada da história
Faz-nos olhar para o Céu, sobretudo…
Refrão
O Amor é o olhar
É sentir mais que fundo
É tão bom saber que a amar
Quase voamos sobre este mundo
Recrio canções e paixões
Revivo gigantes e anões
Barbies e contos de fadas
As Princesas, Eduarda e as emoções
Amo-te, Amo-te, Amoooo-te
Menina deste Universo
Amo-te, Amo-te, Amoooo-te
Voltar a ver-te de novo é simplesmente o que peço
Foste sonho e paisagem
De uma história de amor que ficou
A tua vida não foi uma passagem
Tudo em ti perdurou…
Uma mensagem de esperança deixaste
Simples cenário de campo florido
Sempre simples, encontraste
Um recado no meu ouvido…
Refrão
O Amor é o olhar
É sentir mais que fundo
É tão bom saber que a amar
Quase voamos sobre este mundo
Recrio canções e paixões
Revivo gigantes e anões
Barbies e contos de fadas
As Princesas e emoções
Amo-te, Amo-te, Amoooo-te
Menina deste Universo
Amo-te, Amo-te, Amoooo-te
Voltar a ver-te de novo é simplesmente o que peço
Amo-te, Amo-te, Amooo-te…
Letra: Joaquim Santos, pai da Eduarda de Sempre
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Minha filha adorada
No meu imaginário ainda te vejo a correres para mim. Na colagem ao meu corpo, abraçavas-me, dávas aqueles beijos inesquecíveis e olhavas de soslaio. Quando apertava com mais intensidade querias soltar-te, quase a dizer que exagerava na vontade de te ter junto de mim. Era assim que acontecia, lembras-te Eduarda? Queria tanto apertar-te junto do meu corpo que talvez fosse o meu instinto a pressentir um desfecho na Terra.
Sobre a erva verde dos vales, corre a água que desce da montanha, nos riachos povoados de pequenos peixes. O Sol vai alto mas clareia grande parte da planície verdejante, quase parecendo esse paraíso imaginário do Céu. Quero que saibas, onde tu estiveres e com quem estiveres, que te imagino a correres sobre as florzinhas que colhíamos. Aquelas pétalas coloridas, as borboletas a voar e os passarinhos nos seus voos rasantes e livres, são o cenário perfeito do espaço que continuas a ocupar no meu imaginário mas que desejo que o mesmo seja verdadeiro. Quem sabe minha filha? Quem sabe o Céu não seja mesmo esse jardim que costumamos descrever, onde só os bons conseguem desfrutar?
O meu coração bate para existir. Mas bate igualmente por ti. Todo o meu amor e saudade, dão-me uma sensação de frescura, pelas memórias guardadas de simplicidade de vida que conheci em ti. Deus não se esqueceu de ti, não se esquece de nós. Quero acreditar que nos reserva algo de bom, que o melhor ainda estará para vir. Se sou tentado tantas vezes a pensar que não valerá mais a pena esperar seja o que for desta vida, apareces tu, com a tua força e poder, a puxares-me para cima, dizendo em segredo que não me queres assim.
Sabes que ainda sinto o teu toque? Sabes que ainda tenho o teu cheiro? Sabes que ainda ouço a tua voz estridente? Sabes que ainda recebo as lufadas do teu amor? Sabes que ainda brinco como o fazíamos nos nossos cantos e recantos?
De cabeça para baixo, olho o chão que pisamos e sinto-me deslocado. Por vezes, sinto-me amparado, alguém me levanta e faz com que ouça as suas vozes a dizerem: a força do infinito e tudo o que te espera é muito superior a toda a relatividade da vida na terra. A verdadeira existência espera-te na luz das estrelas e no brilho de toda a sua magia. É neste momento que me sinto perto e cúmplice de Deus e de Ti, minha querida filha Eduarda. Ambos, levantam a minha cabeça, fazendo que olhe toda a beleza do Céu, esquecendo as pedras do caminho, de um chão cheio de abismos.
Sobre a erva verde dos vales, corre a água que desce da montanha, nos riachos povoados de pequenos peixes. O Sol vai alto mas clareia grande parte da planície verdejante, quase parecendo esse paraíso imaginário do Céu. Quero que saibas, onde tu estiveres e com quem estiveres, que te imagino a correres sobre as florzinhas que colhíamos. Aquelas pétalas coloridas, as borboletas a voar e os passarinhos nos seus voos rasantes e livres, são o cenário perfeito do espaço que continuas a ocupar no meu imaginário mas que desejo que o mesmo seja verdadeiro. Quem sabe minha filha? Quem sabe o Céu não seja mesmo esse jardim que costumamos descrever, onde só os bons conseguem desfrutar?
O meu coração bate para existir. Mas bate igualmente por ti. Todo o meu amor e saudade, dão-me uma sensação de frescura, pelas memórias guardadas de simplicidade de vida que conheci em ti. Deus não se esqueceu de ti, não se esquece de nós. Quero acreditar que nos reserva algo de bom, que o melhor ainda estará para vir. Se sou tentado tantas vezes a pensar que não valerá mais a pena esperar seja o que for desta vida, apareces tu, com a tua força e poder, a puxares-me para cima, dizendo em segredo que não me queres assim.
Sabes que ainda sinto o teu toque? Sabes que ainda tenho o teu cheiro? Sabes que ainda ouço a tua voz estridente? Sabes que ainda recebo as lufadas do teu amor? Sabes que ainda brinco como o fazíamos nos nossos cantos e recantos?
De cabeça para baixo, olho o chão que pisamos e sinto-me deslocado. Por vezes, sinto-me amparado, alguém me levanta e faz com que ouça as suas vozes a dizerem: a força do infinito e tudo o que te espera é muito superior a toda a relatividade da vida na terra. A verdadeira existência espera-te na luz das estrelas e no brilho de toda a sua magia. É neste momento que me sinto perto e cúmplice de Deus e de Ti, minha querida filha Eduarda. Ambos, levantam a minha cabeça, fazendo que olhe toda a beleza do Céu, esquecendo as pedras do caminho, de um chão cheio de abismos.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Querida filha Eduarda

O mundo e a vida foram feitos com um fim. Esse terminar de ciclos, de vivências, trazem a cada um de nós experiências que vão construindo todo o nosso ser. Cruzamo-nos com pessoas que vão dando colorido ao nosso mundo, à consciência que temos, de modo a obter objectivos maiores…
A tua singularidade traz até mim a essência do bem. Procuro-te em todo o lado, em cada canto e recanto, em cada rosto que me cruzo. A seiva desse tronco que estrutura cada existir mostra-me em cada passo que dou a revelação da existência de seres que nos vão dando ânimo, outras esperanças…
Que Deus me elucide em cada dia que me resta a distinguir todos os momentos e a seleccionar todas as pessoas que comungam estes instantes. A tua cor-de-rosa é uma imagem que me inspira. Queria que me ajudasses a continuar a ser a soma do teu orgulho. Jamais te queria decepcionar. Dá-me a luz dos teus dias, aquela que alumia a todas as horas. Permite que quem privilegie nos meus dias, seja para mim e para todos, uma pura mensagem da esperança de sempre.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
O espaço de debate da Rádio Antena Livre de Gouveia.
Semanalmente, convidados em estúdio debatem grandes temas da actualidade com a participação do público em antena aberta.
Todas as sextas feiras às 21 horas, com reposição aos sábados.
O tema do primeiro programa, no passado dia 26 de Junho, "O luto dos pais que perdem os filhos". Joaquim Santos, jornalista que passou pelo drama de perder a sua filha, e
e autor do livro "Estrelas que Voam para os Céus" esteve em estúdio assim como a Psicóloga Susana Amaral, e o Padre Brito.
http://antenalivredegouveia.blogspot.com/
Semanalmente, convidados em estúdio debatem grandes temas da actualidade com a participação do público em antena aberta.
Todas as sextas feiras às 21 horas, com reposição aos sábados.
O tema do primeiro programa, no passado dia 26 de Junho, "O luto dos pais que perdem os filhos". Joaquim Santos, jornalista que passou pelo drama de perder a sua filha, e
e autor do livro "Estrelas que Voam para os Céus" esteve em estúdio assim como a Psicóloga Susana Amaral, e o Padre Brito.
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